Insetos são alimentos comuns em muitos países e até mesmo no Brasil. Os insetos são uma alternativa viável para a escassez de alimentos que deve atingir o planeta no futuro. Falndo sobre os problemas que a criação de gado, porcos e ovelhas ocupa atualmente dois terços das terras agrícolas no mundo inteiro e gera 20% dos gases que causam o efeito estufa.
Além disso, a criação de gafanhotos, grilos e minhocas (sim, minhocas!) emite 10 vezes menos metano que a criação de gado, além de 300 vezes menos óxido nitroso, que também é prejudicial para o meio ambiente.
Em Laos, há um projeto da FAO que estimula a criação de “fazendas de insetos” para ajudar na deficiência de cálcio que atinge grande parte da população. Como a maioria dos asiáticos é intolerante à lactose, fazendas leiteiras não seriam uma opção ideal. Contudo, gafanhotos e grilos são ricos em cálcio e 90% dos laosianos já comeram insetos ao menos uma vez.
O problema para a adoção dessa “dieta” em nível mundial é de ordem cultural. No Oriente, é muito comum o consumo de insetos, mas, nos países ocidentais, a simples ideia de comer besouros ou baratas causa repulsa na maioria das pessoas. A ONU está preparando um congresso mundial sobre o tema em 2013.
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